CORPUS PRIAPOREUM



Perguntas por que as partes obscenas não resguardo?

Pergunta então se há deuses que escondam o seu dardo!

O rei do mundo o raio sustém abertamente,

e o deus do mar não leva coberto o seu tridente;

nem Marte esconde a espada que o enche de coragem,

nem Palas guarda a lança na tépida roupagem.

Levar douradas flechas, a Febo envergonhava?

Tem Diana por costume tapar a própria aljava?

Oculta leva Alcides nodosa clava agreste?

O deus alado esconde a vara sob a veste?

Quem viu ocultar a Baco o tirso delicado

na roupa ou a Cupido com rosto disfarçado?

Então, não seja crime que a pica possas ver-me:

se me faltar tal lança, hei-de ficar inerme.

__________________________________________________________



Cur obscena mihi pars sit sine veste, requirens?

quaere, tegat nullus cur sua tela deus.

fulmen habet mundi dominus, tenet illud aperte;

nec datur aequoreo fuscina tecta deo.

nec Mavors illum, per quem valet, occulit ensem,

nec latet in tepido Palladis hasta sinu.

num pudet auratas Phoebum portare sagittas?

clamne solet pharetram ferre Diana suam?

num tegit Alcides nodosae robora clavae?

sub tunica virgam num deus ales habet?

quis Bacchum gracili vestem praetendere thyrso,

quis te celata cum face vidit, Amor?

nec mihi sit crimen, quod mentula semper aperta est:

hoc mihi si telum desit, inermis ero.
________________________________________
[ TRAD.: CARLOS DE MIGUEL MORA]

Translate

Tira-gosto

Um Poema ao Acaso

Porre de poesia

abismo Acaso aço Advertência aeroporto Alma alphonsus de guimaraens. poesia Amor Animal Anjo anjos anoitecer Apolo Apóstolo arcanjos Asas Assassinos aurélio ausência azul babélico baile Balas bananas Bar Barulho baudelaire beatnik Bela Beleza Bélica Bem Bukowski cabeça Caldeus cama Campo canções caos Carne ccinamomo cérebro cereja céu Chalvinski chamas chifre chuva cidade Cisne cocaína coisa Conto controle Coração Corte cristão culpa Desejo Destino devaneio Diamante diligência Dilúvio Dor drogas DYLAN THOMAS em qualquer lugar... Energia enforcado escuridão esmeralda espaço espírito estalagem estrelas Estupro étude explicação FANTASMAS Feminil feras ferida fernando pessoa Fim flor flores Floresta fogo futuro Gelo gênio geração ginsberg Gregório de Matos guerra hai cai Haroldo de Campos Herói horror humo ida Iluminuras Infância inflexão ingles Introspecção jack daniel's JARDIM jazz JOGO Jorge Luis Borges lábios lágrima lama Lamento Canção lâmina lápides Leda and the swan Leminski Liberdade Linda litanias livro Lixo Longe LOUCO loucura Lua cheia LUZ Mal manifesto Manoel de Barros Manuel de Barros MÃOS Mar mariposa mel menina mesma coisa Misandria Morrer Morte mulher Murilo Mendes música nada Não Noite Nudez Oceano Octavio Paz olhar olhos Ossos ótica Paixão peixeira Pensamento Piano piedade plano planta poder POEMA Poesia poesia brasileira Poeta Ponte prazer Primavera príncipe Prosa punhal Quimera Rainha Rapariga Rilke Rimbaud riso Rua Sabbath Safo Saias Sangue Saudade seios semideuses cheios de graça sentido Sentimento sepultura ser Sexo Silêncio sizígia sol Solidão sonho SORTE sucesso suicídio Suíno tarot Tempestade temporal topázios Torpeza Torre tragédias de malandros Tristeza Trovão Uísque Ur Vasko Popa vermelho Verso Vício Vinicius de Moraes Viver Walt Whitman Zeppelin Zeus

Frequentadores

Beberam aqui