POETAS DE AMANHÃ





Poetas de amanhã: arautos, músicos,
cantores de amanhã!
Não é dia de eu me justificar
E dizer ao que vim;
Mas vocês, de uma nova geração,
Atlética, telúrica, nativa,
Maior que qualquer outra conhecida antes
- levantem-se: pois têm de me justificar!
Eu mesmo faço apenas escrever
Uma ou duas palavras
Indicando o futuro;
Faço tocar a roda para frente
Apenas um momento
E volto para a sombra
Correndo
Eu sou um homem que, vagando
A esmo, sem de todo parar,
Casualmente passa a vista por vocês
E logo desvia o rosto,
Deixando assim por conta de vocês
Conceituá-lo e aprová-lo,
A esperar de vocês
As coisas mais importantes.






Walt Whitman

Translate

Tira-gosto

Um Poema ao Acaso

Porre de poesia

abismo Acaso aço Advertência aeroporto Alma alphonsus de guimaraens. poesia Amor Animal Anjo anjos anoitecer Apolo Apóstolo arcanjos Asas Assassinos aurélio ausência azul babélico baile Balas bananas Bar Barulho baudelaire beatnik Bela Beleza Bélica Bem Bukowski cabeça Caldeus cama Campo canções caos Carne ccinamomo cérebro cereja céu Chalvinski chamas chifre chuva cidade Cisne cocaína coisa Conto controle Coração Corte cristão culpa Desejo Destino devaneio Diamante diligência Dilúvio Dor drogas DYLAN THOMAS em qualquer lugar... Energia enforcado escuridão esmeralda espaço espírito estalagem estrelas Estupro étude explicação FANTASMAS Feminil feras ferida fernando pessoa Fim flor flores Floresta fogo futuro Gelo gênio geração ginsberg Gregório de Matos guerra hai cai Haroldo de Campos Herói horror humo ida Iluminuras Infância inflexão ingles Introspecção jack daniel's JARDIM jazz JOGO Jorge Luis Borges lábios lágrima lama Lamento Canção lâmina lápides Leda and the swan Leminski Liberdade Linda litanias livro Lixo Longe LOUCO loucura Lua cheia LUZ Mal manifesto Manoel de Barros Manuel de Barros MÃOS Mar mariposa mel menina mesma coisa Misandria Morrer Morte mulher Murilo Mendes música nada Não Noite Nudez Oceano Octavio Paz olhar olhos Ossos ótica Paixão peixeira Pensamento Piano piedade plano planta poder POEMA Poesia poesia brasileira Poeta Ponte prazer Primavera príncipe Prosa punhal Quimera Rainha Rapariga Rilke Rimbaud riso Rua Sabbath Safo Saias Sangue Saudade seios semideuses cheios de graça sentido Sentimento sepultura ser Sexo Silêncio sizígia sol Solidão sonho SORTE sucesso suicídio Suíno tarot Tempestade temporal topázios Torpeza Torre tragédias de malandros Tristeza Trovão Uísque Ur Vasko Popa vermelho Verso Vício Vinicius de Moraes Viver Walt Whitman Zeppelin Zeus

Frequentadores

Beberam aqui